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De onde vêm os números

Entenda as medições, as referências usadas para classificar o nível do rio e os limites dessas informações.

Versão 0.3 · Revisada em

Como usar o monitoramento

O Nível do Rio reúne medições para ajudar você a acompanhar os rios. Não é um sistema oficial de Defesa Civil. Siga as orientações e ordens de evacuação das autoridades do seu município.

Em emergência: 199 · Defesa Civil, 193 · Bombeiros ou 190 · Polícia Militar.

Fontes e horário da medição

A fonte da última leitura aparece no monitoramento de cada cidade. A ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico) é a fonte primária de telemetria. Onde não há estação da ANA transmitindo, usamos a rede de monitoramento da Defesa Civil de Santa Catarina.

A coleta está configurada para intervalos de 15 minutos. A tela consulta o servidor a cada 30 segundos. Isso não significa que uma nova medição esteja disponível a cada consulta: o horário mostrado é o da medição na fonte, no fuso de Brasília.

Registros da Copel e registros com horário futuro são excluídos do histórico exibido nesta versão.

Nível, variação e tendência

O nível é uma leitura de régua em metros; não representa a profundidade total do rio. A variação compara duas medições disponíveis em uma janela de até 24 horas. O intervalo efetivo aparece junto ao valor e pode ser menor que um dia.

A tendência descreve o comportamento observado. Ela não é uma previsão. Os gráficos ajustam a escala ao período consultado; confira os valores mínimo e máximo antes de comparar gráficos.

Quando disponível, a vazão é exibida em metros cúbicos por segundo (m³/s). A chuva exibida soma as leituras horárias disponíveis em 24 horas; a cobertura do período pode ser parcial.

Nível estimado

Quando a cidade não tem régua com transmissão automática, o nível aparece marcado como estimado. Hoje isso acontece em Canoinhas: o valor é calculado a partir da estação da Defesa Civil de Santa Catarina, que não informa a leitura da régua, e sim um valor bruto. Na cheia de setembro de 2026, comparamos esse valor com leituras da régua da ponte da Casan divulgadas publicamente. A conversão reproduz essas leituras com diferença de até cerca de 9 cm entre 4,8 m e 7,2 m. Fora dessa faixa, a estimativa é menos confiável.

Como a situação do rio é calculada

Cada estação pode ter até quatro cotas: observação, atenção, alerta e emergência. O sistema compara a medição com os limites cadastrados e apresenta o estágio mais alto atingido. Abaixo das cotas cadastradas, a situação é normal.

Sem cotas, a estação aparece como “Não classificado”. Isso significa que não há referência suficiente para classificar a leitura; não é uma confirmação de segurança.

Aviso antecipado por subida rápida

Se o rio sobe 0,85 m ou mais em 24 horas, o aviso pelo Telegram é antecipado em um estágio, antes de o nível atingir a próxima cota. A situação exibida no site continua sendo a do nível medido.

Nível baixo e estiagem

Além da cheia, algumas estações têm cotas de nível baixo, em uma escala separada: nível baixo, estiagem e seca severa. Ela vale só para as estações com essas cotas cadastradas, e os avisos são enviados pelo Telegram a quem pedir.

De onde vêm as cotas de cada cidade

A origem das cotas aparece na página de cada cidade, junto das cotas. Na data desta revisão:

  • União da Vitória e Porto União: cotas provisórias de cheia e de nível baixo, aguardando confirmação da Defesa Civil.
  • Mafra: cotas de alerta e emergência da Defesa Civil de Mafra, medidas na mesma régua usada pelo site.
  • Rio Negro: cotas provisórias, as mesmas de Mafra, porque as duas cidades usam a mesma régua. Aguardam confirmação da Defesa Civil de Rio Negro.
  • Canoinhas: cotas de atenção e alerta da Defesa Civil de Canoinhas, na régua da ponte da Casan. O nível é estimado, como explicado acima.

Pedimos a confirmação das cotas às Defesas Civis de cada município. Quando houver resposta, a página de cada cidade e esta página serão atualizadas.

Bairros e cobertura

Um bairro pode ter uma cota própria, diferente das referências gerais da cidade. A indicação “Cota atingida” depende desses valores cadastrados; ela não equivale a um mapa de toda a área inundada.

O recorte inicial abrange União da Vitória, Porto União, Rio Negro, Mafra e Canoinhas, em Santa Catarina e no Paraná. União da Vitória e Porto União usam a mesma estação da ANA, no Rio Iguaçu. Rio Negro e Mafra também compartilham uma estação, no Rio Negro, entre as duas cidades: a estação própria de Mafra deixou de transmitir. Confira sempre a situação e o horário apresentados na página de cada cidade.

Limitações atuais

  • As fontes podem atrasar ou ficar indisponíveis. Confira o horário de cada medição.
  • Não há previsão de nível nem simulação de inundação nesta versão.
  • Alertas dependem de cotas cadastradas. Uma estação sem cotas não permite concluir que não há risco.
  • Cotas provisórias podem mudar após a confirmação da Defesa Civil.
  • Níveis estimados têm incerteza maior que uma leitura direta de régua.
  • Sem conexão, não é possível consultar novas medições. O aplicativo informa essa condição e mantém os horários visíveis quando a tela já estava aberta.

Ao citar estes dados

Uma situação calculada pelo site não equivale a um alerta oficial decretado pela Defesa Civil. Ao compartilhar, informe a cidade, a fonte e o horário da medição. Decisões sobre evacuação e resposta a emergências cabem às autoridades.

Histórico de revisões

30/09/2026 · v0.3
Origem das cotas por cidade; cotas provisórias em União da Vitória e Porto União; cotas da Defesa Civil de Mafra também em Rio Negro; nível estimado em Canoinhas; aviso antecipado por subida rápida; escala de nível baixo.
22/09/2026 · v0.2
Publicação da página; explicação dos filtros de histórico, da cobertura de chuva e do funcionamento offline.
21/09/2026 · v0.1
Documento inicial, com cotas das cinco cidades piloto ainda sem confirmação.